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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Os efeitos da Critica e do Elogio no Casamento


O saudoso pastor e escritor George Vandeman costumava contar a história de um homem que ao completar bodas de ouro disse ter recebido de seu pai um presente que, segundo ele, explicava a durabilidade de sua união. Então mostrava um pequeno relógio de bolso e ao abri-lo para observar as horas na parte interna podia se ler a mensagem:

Diga, hoje, alguma coisa bonita para Sara. Embora essa história revele um aspecto sublime do amor, dedicar boas palavras, não é o que ocorre na maioria dos lares. De maneira geral em grande parte dos lares é a censura e a recriminação que predominam sobre as manifestações de bondade e amabilidade. Em alguns casos parece ser verdade o que desabafou certa esposa: Casamento é trocar a admiração de vários homens pela critica de um só.

Um estudante de psicologia que acompanhou o dia-a-dia de muitos lares observou que 90% das referências de um para o outro no lar são feitas em estilo de crítica. A crítica é perniciosa porque destrói o amor nos relacionamentos. Muitos cônjuges vivem tristes e inseguros porque são alvos de críticas, ou do uso constante de palavras de reprovação em seu lar. A crítica destrói a autoconfiança e a segurança interior. Pude constatar essa realidade quando conversei com Isabel, uma jovem esposa que enfrentava algumas dificuldades em seu casamento. A certa altura ela desabafou. Paulo, meu esposo, tinha o costume de me recriminar diante de outras pessoas. Certa vez, ele me criticou duramente na presença de convidados durante um jantar. Senti-me envergonhada e humilhada. Agora não posso me sentir segura na presença de outras pessoas, principalmente se meu marido estiver por perto.

CRÍTICA: POR QUÊ?

Não existe uma arma mais eficaz para destruir o amor e o respeito próprio no outro do que o uso constante de palavras de repreensão ou reprovação. Nesse aspecto a Bíblia revela grande sabedoria por meio do rei Salomão, quando afirma que a vida e a morte estão no poder da língua. Pv. 18:21. Lábios que se moldam apenas para criticar afastam os beijos, afirmou George Vandeman. Quase que em sua totalidade a crítica tem como base orgulho e o egoísmo. Aquele que critica quase sempre deseja mudar os outros segundo suas expectativas. Quando meus gostos, preferências e necessidades estão sempre em primeiro plano, então os outros podem ser vistos como inconvenientes e, por isso, posso me valer da crítica para atingi-los. A crítica, então, pode se tornar uma arma para enfraquecer ou desestabilizar a segurança, ou a autoconfiança alheia. Alguém com um ego frágil e suprimido é mais facilmente influenciável e submisso. Por outras ocasiões a crítica nasce da inveja, ou da sensação de uma baixa auto-estima. Emoções e deficiências que não aceitamos em nós mesmos são projetadas sobre os outros se tornando uma manifestação da própria rejeição.

Existem quatro atitudes perigosas que, por vezes, desencadeiam ou servem de anteparo à crítica:

1) O QUE VOCÊ FALA PARA ELE OU PARA ELA

Na intimidade da vida a dois, sobre o que apreciamos conversar com o outro? Na comunicação mútua, a respeito do que gostamos de conversar com o cônjuge? Apreciamos destacar as virtudes do outro, ou sempre nos apegamos aos defeitos? Há cônjuges que são muito tímidos quanto a fazer elogios, mas são hábeis felinos quando precisam criticar ou censurar. Há muitos que por orgulho, ou por timidez defensiva não manifestam palavras de aprovação. Preferem silenciar-se ou deixar as boas palavras subentendidas. A indiferença acaba por embotar e destruir o amor.

Um bom exercício para muitos reativar o amor e o respeito mútuo, seria se disciplinar a passar dias sem destacar nenhuma qualidade negativa do outro. Não proferir nenhuma palavra de recriminação e censura, mas enfatizar apenas as atitudes positivas. Caso seja necessário devem fazer uma lista das boas qualidades do cônjuge para servir de guia. Tal atitude tende a fortalecer o amor e aumentar o respeito próprio.

1.O QUE VOCÊ FALA DELE OU DELA
O que nós falamos a respeito do nosso cônjuge para os outros revela, em grande parte, nossos sentimentos por ele. Diante dos outros apreciamos destacar suas qualidades e virtudes, ou aproveitamos para censurá-lo? Quando têm oportunidade, muitos gostam de fazer deboches ou piadinhas mordazes e sarcásticas sobre seu parceiro para os outros. Alguns apreciam se queixar do parceiro para os outros a fim de obter simpatia ou ganhos secundários. Isso pode ser considerado uma espécie de traição, pois apaga o amor e cria desconfiança.

Todo aquele, porém, que deseja investir no sucesso do seu relacionamento deveria cultivar o hábito de falar bem do outro, principalmente diante de outras pessoas. Ainda que o outro não seja possuidor de grandes virtudes, devemos enfatizar aquelas que podemos valorizar. Isso colabora para que o amor floresça e o vínculo se fortaleça entre os dois.

1.QUANDO VOCÊ USA: VOCÊ SEMPRE – VOCÊ NUNCA
Estas expressões radicais são geralmente usadas quando numa discussão partimos para o ataque ou para a autodefesa. Elas quase sempre são injustas e exageradas e tendem a esquecer as boas qualidades do outro e as alegrias que já nos proporcionou. Se quisermos cultivar o amor e autoconfiança, não devemos fazer uso desses jargões que, além de agravar os conflitos, acaba por extinguir o amor em nossos relacionamentos.

4) QUANDO VOCÊ TENTA MACHUCAR BRINCANDO

Em muitas ocasiões podemos nos valer de gracejos e da ironia para magoar e ferir. Alguns usam do escárnio para dizer de forma despretensiosa grandes verdades que deprimem e machucam. Quase sempre a desculpa para a reparação é a mesma: Mas eu estava brincando! Por vezes, grandes verdades são ditas em forma de brincadeiras, mas nem por isso diminuem seu impacto e destruição. Ser cuidadosos e sensíveis com as emoções do outro é fator crucial para o bom relacionamento. Se quisermos fortalecer o amor devemos ser prudentes e contenciosos quanto a esse aspecto.

O CAMINHO DA RESTAURAÇÃO

Aquele que deseja manter relacionamentos duradouros e confiáveis não deve abdicar da arte de fazer elogios. O psicólogo e escritor George W. Crane afirmou que o elogio é o primeiro passo na arte de amar as pessoas. Em seu livro: Sete Necessidades Básicas da Criança, John Drescher relata como Benjamim West, tornou-se pintor. Certo dia, sua mãe o deixou em casa com a irmã Sally. Ele encontrou alguns vidros de tinta e decidiu pintar o retrato de Sally. Enquanto fazia isso sujou toda a cozinha. Quando a mãe retornou não disse nada sobre a cozinha. Apanhando o papel em que ele desenhava, ela exclamou: Veja! É Sally e lhe deu um caloroso beijo. West contou que o beijo de sua mãe naquele dia fez dele um pintor. Nas relações familiares o uso de boas maneiras e palavras amáveis têm um poder infinitamente mais eficaz do que a crítica, e alcança resultados mais duradouros. A crítica degrada, deprime e desestimula, mas o elogio é um bom alimento. Há no coração humano um desejo intrínseco e natural de ser apreciado. Quando começamos a admirar e elogiar, abrimos um vasto caminho para o amor.

Eronildes de Nicolas

Psicólogo e Pedagogo

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

43 Segredos para um bom relacionamento



1.Ame primeiro.
2.Expresse seu amor todos os dias por meio de palavras e atos.
3.Invista na sua espiritualidade.
4.Priorize o outro.
5.Seja uma pessoa compreensiva.
6.Torne-se digno de toda a confiança dizendo sempre a verdade.
7.Aprenda a discordar sem brigar.
8.Faça do outro o seu único e melhor amigo (do sexo oposto).
9.Compartilhe com o cônjuge, na cama, seus segredos mais íntimos.
10.Se necessário abra mão do que não é princípio.
11.Mais do que simpático (a) seja empático (a).
12.Naquilo que é inegociável seja firme com amor e sabedoria.
13.Seja a pessoa mais romântica que seu cônjuge já conheceu.
14.Aprenda a perdoar e a pedir perdão ao outro.
15.Perdoe a si mesmo, jogando a culpa para o ar.
16.Não seja rotulado de desmancha-prazeres.
17.Seja uma pessoa bem-humorada.
18.Não seja individualista e nem dominador.
19.Procure, sempre que possível, se adaptar a realidade do outro.
20.Valorize o outro como o seu bem maior.
21.Não pense, não valorize e nem faça referências sobre os “ex”.
22.Invista na comunicação ouvindo mais.
23.Procure ser um diplomata dentro de casa sempre fechando bons acordos.
24.Promova o lazer.
25.Ajude e participe ativamente da educação dos filhos.
26.Seja o melhor amigo dos seus filhos.
27.Sempre tenha tempo especial para a família.
28.Combine e realize trabalhos juntos com sua família em favor de alguém.
29.Respeite o espaço e os gostos do outro.
30.Motive e ajude o outro a crescer e a vencer.
31.Invista na sua aparência e saúde.
32.Dê presentes.
33.Integre-se e valorize a família do outro.
34.Cuide das finanças com a participação da família.
35.Leve o café da manhã na cama e aprenda a fazer comidas gostosas para o outro.
36.Não alimente a desconfiança e nem o ciúme.
37.Sempre conceda ao outro o direito de defesa.
38.Valorize o que o outro pensa.
39.Esteja perto, mesmo quando viajar.
40.Alimente o desejo fazendo planos de envelhecer com seu cônjuge.
41.Ajude sua esposa (o) nas atividades de dentro de casa.
42.Seja fiel.
43.Diga sempre duas coisas: Eu te amo e obrigado meu grande amor!



Enildo do Nascimento

Diretor do Ministério da Família – UNeB

segunda-feira, 29 de agosto de 2011



“Filho, faça o que o seu pai diz e nunca esqueça o que a sua mãe ensinou.” Provérbios 6: 20

Os nossos pais foram pessoas escolhidas por Deus para nos instruir, eles são as lideranças dos nossos lares, o Senhor os usa para que eles possam nos ensinar o que há de melhor.

Uma grande parcela dos jovens acha que são “donos dos seus narizes”, que podem viver conforme a sua vontade, mas as coisas não funcionam bem assim. Devemos sempre respeitar pai e mãe, apesar de algumas vezes não concordarmos com as suas opiniões.

Mas como agir quando os meus pais não me deixam fazer o que eu tenho vontade? Gritar, chorar, se jogar no chão? Não! Por mais que a nossa vontade seja contrária à deles, devemos sempre obedece-los, tudo o que eles falam é para o nosso bem, e o Senhor fala através deles. Eles por possuírem experiência, sabem as coisas que os filhos estão vulneráveis por ainda não ter maturidade e quem dirá Deus que criou o céu e a terra.

Quem nunca desobedeceu aos seus pais por algum motivo e depois chegou à conclusão que eles estavam com a total razão? Isso já deve ter acontecido com a maioria dos jovens, e depois nos questionamos: “Por que eu não obedeci aos meus pais?”. É melhor ouvirmos e fazermos o que eles dizem, para mais tarde não sofrermos com as conseqüências da desobediência.

Mas, e se os meus pais não for um exemplo de vida para mim? Todos nós somos seres humanos e não somos perfeitos, os nossos pais também falham, porém o nosso pai celestial é perfeito e nunca falha. Ele está conosco todos os dias das nossas vidas e nunca nos abandonará, devemos sempre obedecer a Deus.

A melhor maneira de sabermos o que o nosso papai do céu quer para nós, é buscar a sua presença, lendo a bíblia e conversando com ele todos os dias, expondo as nossas dificuldades, pois ele nos ama de tal maneira que sempre está disposto a nos ajudar.

Deus te abençoe.

...Senhor, volta o coração de meu filho para ti


Discipline seu filho, e este lhe dará paz. (Provérbios 29.17)


Deus, volta o coração de meu filho para ti. Que ele aja de modo que te agrade e que aprenda-a identificar e confrontar o orgulho de confessar esses pecados, a arrepender-se deles e não se sentir à vontade com eles. Ajuda-o a descobrir a beleza e a simplicidade do espírito humilde e obediente e a andar submisso a ti.


.....Senhor, volta o coração de meu filho para ti

terça-feira, 16 de agosto de 2011

A conexão de Deus conosco

"Leia Gênesis 1.26-27 "26-Então disse Deus: façamos o homem á nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão.27-Criou Deus o homem a sua imagem, á imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou."

Reflita:"então o Senhor Deus formou o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente". (Gênesis2.7)

Deus criou o universo por meio da palavra. Ele determinou ás estrelas e aos planetas que existissem. Formou o mundo simplesmente proferindo ordens. Iniciou o processo de criação a partir do anda. com a presença do Espírito Santo e pela ação de sua palavra, a criação ocorreu. Deus produziu ordem, luz, vida e beleza a partir do caos e da escuridão. ele disse: "Haja...." e aconteceu.
Então, Deus se envolveu pessoalmente na tarefa de fazer o ser humano. Alguns textos das Escrituras descrevem-no como "oleiro" e os seres humanos como "barro" (Isaías 64.8), fazendo-nos pensar em nosso Pai celestial curvado sobre uma roda de oleiro, formando figuras de barro conforme o desenho que tinha em mente para suas criaturas. O toque final foi soprar em nós o fôlego de vida. ele tornou-se pessoal, desde o princípio.
Deus, no entanto, não se deteve aí. O ato de soprar-nos fôlego concedeu-nos também a capacidade de falar. O mesmo ato de respirar que nos mantém vivos é o que usamos para nos comunicar. Respiramos para falar (e em alguns idiomas é preciso até inspirar). Somos portadores da imagem de Deus (1:26-27). Respiramos e falamos graças ao fôlego que ele nos concedeu. Devemos reverenciar o privilégio que temos de usar o fôlego de vida para falar com nosso Criador.
Fomos feitos para nos comunicar com nosso Oleiro. Embora, de início, talvez não possamos fazê-lo muito bem, ainda assim ele quer nos ouvir. Do mesmo modo que nos alegramos quando nossos bebês emitem os primeiros sons, nosso Pai celestial também se alegra quando ouve o som das palavras quem um de seus filhos lhe dirige.
Sussurre uma oração a Deus com frequência. Se as palavras não lhe vierem á mente naquele momento, comece dizendo "obrigada". Pronuncie essa palavra pausadamente e, então, acrescente "por....", até que os diferentes modos de terminar essa sentença comecem a fluir. Á medida que o fizer, vai compreender que pode usar o tempo de inspiração (em que inala o ar) para refletir sobre as palavras seguintes e o de expiração (em que solta o ar) para expressar seu agradecimento. Voltemo-nos completamente para o primeiro sopro do primeiro ser humano. Você e eu fomos feitos para essa união com Deus. Conceder-nos o "fôlego de vida" é a conexão de Deus conosco; orar é nossa conexão com Ele.




Obrigada, Senhor, por tua admirável criação. Eu te adoro como meu Criador e agradeço por me criares á tua imagem. Amém


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Liderança com espírito de servo


A autoridade é uma responsabilidade a ser assumida com humildade e não um direito a ser exigido com orgulho. Como definida nas Escrituras, é a primeira atribuição do marido durante o ato da criação, como parte da perfeição antes da queda. O homem foi criado primeiro (Gn.2.7), e a mulher foi criada para ser auxiliadora, de forma que ele não estaria sozinho em seu domínio sobre o mundo (Gn.2.18). Ela sempre foi parte do plano de Deus para ser companheira do homem, dando continuidade ás gerações e fazendo o trabalho dado por Deus (Gn.1.26-28). Isso é verificado mais tarde, quando Adão é responsabilizado pela desobediência á ordem dada pelo próprio Deus, com relação ao fruto proibido (Gn.2.15-17;1Tm.2.14). Eva somente soube dessa ordem por meio de seu marido.
Mais tarde, o apóstolo Paulo esclareceu de que forma a liderança foi estabelecida, quando reiterou a ordem da criação e declarou que a mulher foi criada para o homem e não vice -versa (1Co.11.2-12). Paulo não apelou para a maldição que sobreveio sobre o homem nem para a queda a fim de justificar a liderança do homem em vez disso, apelou para o ato e o propósito da criação da mulher antes da queda.
O casamento foi planejado por Deus, antes que houvesse qualquer atividade criadora, para ser um retrato do relacionamento dele com seu povo e o padrão do relacionamento entre Cristo e a Igreja. A queda introduziu o pecado, distorcendo o relacionamento entre marido e esposa: a amorosa liderança servil foi substituída por tirania e ambição pelo poder ou por indiferença e má vontade em oferecer liderança espiritual.
Na liderança bíblica, o marido recebe a atribuição de ser o primeiro responsável pela busca da semelhança com Cristo, de servir e de liderar o lar (Ef.5.22-29). Da esposa espera-se que retribua a liderança do marido com honra e afirmação (Ef.5.21-22,33;1 Pe.3.1-4). É necessário haver equilíbrio entre liderança e atitude de serviço. Nosso Senhor é o padrão para tal tipo de liderança. a disposição de servo em Jesus não anulou sua liderança. Sua atitude aos ervir definiu sua liderança (Lc.22.26;Hb.13.17).
A liderança não deveria meramente indicar quem faz o quê, mas sim ser ponto de partida para se atingirem os objetivos de uma família de maneira ordenada. O marido não é Cristo; no entanto, deve encorajar sua esposa e filhos a submeterem-se a Cristo e a dependerem dele.
O marido deve liderar sua esposa num companheirismo que glorifique a Deus. com uma liderança amorosa, o marido humilha-se para suprir as necessidades da esposa amando, sustentando e cuidando dela como um tesouro (Ef.5.25-29;1Pe3.7).


Oremos para que nossos esposos sejam assim, fieis seguidores de Cristo em tudo....(minha citação)

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Uma mulher de fé hesitante

"61- então,s e levantou Rebeca com suas moças e, montando os camelos, seguiram o homem. O servo tomou a Rebeca e partiu. 67- Isaque conduziu-a até à tenda de Sara, mãe dele, e tomou a Rebeca, e esta lhe foi por mulher. Ele a amou; assim, foi Isaque consolado depois da morte de sua mãe. Gênesis 24.61;67"

Rebeca, certamente, figura entre as jovens mais atraentes da Bíblia. É descrita como pura e bela (Gn.24.16), cortês e prestativa (v.18), trabalhadora (v.19-20), hospitaleira (v.25), bem como responsiva e confiável (v.58). Foi escolhida como pretendente de Isaque.
Os laços familiares eram bem próximos, pois a primeira reação de Rebeca foi contar a todas as mulheres em casa tudo o que havia acontecido em seu encontro no poço (v.28). Ser escolhida como noiva para um parente rico era, sem dúvida, considerado uma benção de Deus. Seu pai e irmão sabiam que isso vinha de Deus (v.50), mas era ela quem deveria resolver deixar a casa, refletindo a autonomia da qual as mulheres jovens desfrutavam na cultura de seus dias (v.57-58).
Rebeca ofereceu-se para fazer um serviço simples (v.19), que lhe abriu as portas para um destino grandioso preparado por Deus para sua vida por meio de suas responsabilidades diárias. Sua coragem e fé a motivaram a aventurar-se saindo de um ambiente familiar e de perto dos amigos para algo desconhecido (uma vida nova em terra estranha).
Deus recompensou a fidelidade de Rebeca com um casamento monogâmico, que começou com romantismo e afeição (v.67;Gn.26.8). Em resposta á oração de Isaque pela fertilidade da esposa, Deus retirou sua esterilidade com o nascimento de gêmeos: Esaú e Jacó (Gn.25.21).
Anos depois, a fraqueza de Rebeca evidenciou-se particularmente em dois aspectos; na falta de reverência e de respeito por seu marido e por sua liderança e na demonstração de favoritismo com relação a seus filhos, o que trouxe rivalidade, engano e brigas para seu lar (Gn. 25.28). A fé corajosa que Rebeca demonstrou quando jovem vacilou, e ela tomou em suas mãos o direcionamento do futuro de seus filhos. Talvez seu discernimento sobre seus filhos a fazia reconhecer Esaú como mundano e aventureiro (Gn.26.34-35) e Jacó como possuidor de maior potencial e sensibilidade espiritual (Gn.25.31). Talvez, ainda, por sua própria afinidade com relação a um dos filhos (Gn.25.28) ou por uma forte fé no plano revelado de Deus (Gn.25.23) tenha sido motivada a enganar Isaque.
De qualquer forma, enganar seu marido não tinha desculpa, e o exemplo tão pobre que deu a seus filhos foi, de longe, uma tragédia (Gn.27.12-13). Mesmo que sua motivação tenha sido pura, suas ações foram erradas. Pagou um amargo preço vivendo seus últimos anos longe do filho, cuja presença desejava tanto, e em um relacionamento quebrado com o marido, que a amara com devoção.


As vezes fazemos escolhas que não são certas, devemos ter a direção de Deus, e nunca escolher um filho como preferido (a), devemos amar a todos de igual modo assim como Deus nos ama. Rebeca escolheu um dos filhos e depois sofreu, pois acabou ficando sem ele, não confiou no que Deus lhe disse, a promessa tem que ser esperada com calma e paciência no Senhor e difícil mas não impossível, se Deus lhe fez uma promessa sobre a vida de seu filho (a) aguarde, mas saiba que Deus sabe de tudo, até do futuro do seu filho pois nada fica em oculto aos olhos do Senhor. Esperemos com paciência no Senhor as suas promessas em relação aos nossos filhos. (minhas palavras)